Mathiesen Neville

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Mestrado à Distância

Uma das características mais importantes da pós-graduação "stricto sensu" -mestrado e doutorado- é aquilo que desejamos definir como o mito da forja. Diversos orientadores (que mandam e desmandam pela existência do aluno), pensam que quanto mais problemas eles impuserem, mais bem preparados -forjados- sairão os futuros mestres e doutores. E os fracos que fiquem pelo caminho.


Deixar discípulos quebrarem a cara não seria abandono, e sim lição de vida. No fim das contas eles não irão ter de se virar sozinhos? A verdade é que diversas vezes prestar um tempinho pros estudantes de pós fica lá no finzinho da relação de obrigações do pesquisador. É deste assunto que se revela o feudal sistema de poder acadêmico.


Não incomum o professor delega parte de tuas obrigações, como orientações e aulas, pra pós-doutorandos, doutorandos e mestrandos. Não é por sorte nem é tão incomum que os elos mais fracos da cadeia acabem quebrando, como mostraram as reportagens sobre saúde mental na pós pouco tempo atrás veiculadas por esta Folha. Neste assunto ainda há novas perguntas: a nação necessita de perseguir uma meta numérica pela geração de doutores? Que tipo de doutor temos de formar? A que gasto e em que tempo?


Faz inexistência um jeito inteligente de resistir com a charada. Neste momento se foi o tempo em que o papel da pós-graduação era abastecer a academia com pesquisadores e docentes. Muitos orientadores, por tua vez, se queixam de alunos despreparados, contudo não têm como rejeitá-los: sem reposição na base da pirâmide, a produção fica estagnada. Trocando em miúdos, o orientador ganha o certo de estudar por alguns anos uma força de serviço barata (ou gratuita) em troca de atestar a geração de um novo mestre ou doutor, por mais que o título seja imerecido. Conscientemente ou não, alguns não veem aí um mau negócio. E pode ser até mais sério.


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Em ciências experimentais, algumas vezes é adotado o "estágio probatório", período que o futuro pós-graduando se dedica a entender as técnicas usadas em um laboratório, a se inserir pela rotina -sem receber nada então. Só depois é que vem a matrícula e, quem cursos gratuitos , a bolsa. Desacompanhada de vários privilégios trabalhistas, vale notar.


A saúde bucal também é influenciada nesse tempo, com o aparecimento de sintomas como boca seca, mau hálito e alterações na gengiva. Mantendo cuidados especiais, com o acompanhamento em parceria entre dentista e ginecologista, não faltarão motivos para que as mulheres continuem a sorrir. Pela raiz da dificuldade está a baixa do hormônio estrogênio pelo organismo feminino.


O estrogênio é responsável pelo conservar as gengivas firmes e equilibrar o funcionamento das glândulas salivares. Os principais sintomas são dentes com predisposição à cárie; inflamação nas gengivas; boca seca; mau hálito; mudança na arcada dentária ou dores nos maxilares. De acordo com João Marcos Ururahy (CRO-RJ 24.404), especialista em implantodontia, ocorrem “principalmente transformações nos tecidos periodontais.


Isto é causado na redução do fluência salivar que ocorre durante o climatério, facilitando o aparecimento de doença periodontal; tenho relatos de pacientes de que ocorrem bem como desconfortos como irritação, ardência pela gengiva, alteração de paladar e etc.”. Quando a mulher detectar os primeiros sintomas do climatério, ela precisa procurar um ginecologista para fazer os exames que permitirão avaliar os níveis de estrogênio e fazer o diagnóstico certo.