Bowman Saleh

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Alienação Judicial De Imóvel Pelo Novo CPC

Há brasileiros quase por toda cota nos EUA, no entanto duas cidades absolutamente são as mais amadas: Nova York e Miami. Pela primeira, os preços caíram apenas 21% desde o pico. Como imediatamente há bastante tempo existem pouquíssimos espaços pra outras construções em lugares como Manhattan, era inaceitável que fosse produzido um assunto de oferta excessiva de imóveis.


Tal que prontamente se observa sinais de reação por esse mercado há alguns meses. Prontamente cidades tradicionalmente frequentadas por turistas ou repletas de casas usadas como segunda casa ainda não encontraram um fundo do poço pra queda de preços. Esse é o caso de Miami (Flórida), Las Vegas (Nevada) e San Diego (Califórnia), entre outras, onde condomínios inteiros ainda estão à pesquisa de compradores.


Em Miami, os preços caíram nada menos do que 49% desde 2006 e, segundo o índice S&P/Case-Shiller, ainda não começaram a reagir. Se a economia americana não entrar em uma nova recessão, uma hora ou outra os valores dos imóveis deverão se recuperar. Em Miami, há muitos brasileiros em qualquer ambiente.


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Quem compra os imóveis são principalmente empresários, comerciantes ou médicos de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Contente e Manaus, além de investidores que aproveitam o dólar e os preços baixos. Corretores locais relatam que diversas pessoas estão comercializando tuas casas de praia no Brasil pra depois obter algo em Miami por menos.


O que não se vê no Brasil é a mesma infraestrutura e segurança.

Em leilao de apartamento , são pessoas que neste momento conhecem a cidade e adoram suas praias, shoppings, restaurantes e boates. É verdade que as mesmas atrações podem ser encontradas no litoral paulista ou fluminense. O que não se vê no Brasil é a mesma infraestrutura e segurança. Os brasileiros têm aproveitado o dólar barato para desenvolver uma vida nos Estados unidos. Compram carros de luxo, instalam GPS e circulam pela cidade como exercem no Brasil - entretanto sem o mesmo susto de ostentar o dinheiro ganho.


Os locais no Brasil mais iguais com Miami são a Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, e a Riviera de São Lourenço, praia com diversos condomínios no litoral paulista. Os imóveis de valores elevados estão concentrados em Miami Beach, onde é preciso gastar ao menos 600.000 dólares para achar um agradável apartamento na beira da praia. Os brasileiros que não dispõem de em tão alto grau dinheiro gostam de adquirir em Aventura ou Sunny Isles Beach, mais ao norte. Um imóvel de alto modelo chega a custar 4.500 dólares por metro quadrado nesses locais. Mas com 300.000 dólares agora é possível encontrar um excelente apartamento, diz Daniel Ickowicz, da Elite International Realty.


Um pouco mais baratos costumam ser os imóveis no centro da cidade, em locais como Brickell. Ali não há praia, contudo em compensação o preço do metro quadrado gira cerca de 3.200 dólares. Pra um investidor que concebe alugar o apartamento, nada melhor do que continuar próximo ao centro financeiro da cidade, onde mesmo na baixa temporada há busca de executivos.


A primeira coisa a fazer pra descobrir um ótimo imóvel nos EUA é descobrir um corretor experiente que possa explicar todas as especificidades do mercado recinto. Esse profissional vai amparar o comprador a selecionar imóveis de interesse a partir de filmes e fotos acessíveis pela web. O passo seguinte é fazer uma viagem de inspeção. Em grupos, os brasileiros conhecem incontáveis apartamentos e aproveitam pra matar saudades da cidade.


Os menos indecisos são capazes de regressar a um acordo pra compra de um imóvel antes de embarcar de volta. “Como os preços estão bons, por volta de 90% das pessoas que vão para Miami ver imóveis acabam fechando algum negócio”, diz Rômulo Roandy, presidente da Roandy Imóveis Exclusivos. O próprio corretor neste momento sinaliza um advogado e um decorador para tomar conta dos passos seguintes. Em geral, os brasileiros preferem obter apartamentos a casas pelo motivo de a inquietação com manutenção é bem menor, diz o Marcello Agostini, consultor imobiliário brasileiro que está pela Flórida há mais de quinze anos.