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O Doutorado é Danoso à Saúde Mental

Aos poucos, o diploma universitário vem deixando de ser um amplo diferencial no currículo profissional. Hoje, quem atua no mercado de serviço agora procura na pós-graduação uma oportunidade de aprimoramento intelectual, ascensão profissional e, é claro, melhores salários. Simplificadamente, o que ocorre atualmente em conexão à pós é o mesmo que ocorria há alguns anos com a língua inglesa.


Quem dominava o idioma, podia se gabar de portar um conhecimento do qual poucos dispunham. Hoje, a língua é um pré-quesito em qualquer contratação especializada. O mesmo ocorre com a instituição de ensino. “Embora uma parcela significativa da população ainda não tenha acesso ao ensino superior, o diploma universitário não é diferencial. Isso só vem com a pós”, diz Beatriz Maria Braga, especialista em gestão de pessoas da FGV-SP.


José Flávio Pereira, de vinte e sete anos, conclui por esse ano um MBA executivo pela Fundação instituto de Administração (FIA), em São Paulo, e prontamente colhe os privilégios da especialização. Além do acréscimo de 20% no salário, recebeu uma promoção na organização em que trabalha e já conta com a promessa de outra dentro de poucos meses - que será devidamente acompanha de incremento nos vencimentos.


Depois da graduação pela Universidade Mackenzie, e de uma experiência profissional de 2 anos no Chile, Pereira decidiu reverter à sala de aula. “O MBA me proporcionou exatamente o que eu buscava: redação para concursos meus conhecimentos e aproximar teoria e prática”, conta. Na hora de optar pelo MBA executivo, Flávio levou em conta seu perfil e pretensão profissionais.


  • 15 Ponta Porã
  • 10 Universidad Nacional de Colombia Colômbia
  • Fundamentação teórica
  • Baía do Sancho (Fernando de Noronha - PE)
  • 6° UNITAU (SP) Gerências Financeiras e Controladoria
  • 1 Grau x Qualificação Profissional

No Brasil, há dois tipos de pós-graduação: lato e stricto senso. A primeira, que adiciona MBAs, é voltada a profissionais que procuram aperfeiçoamento dentro da tuas áreas de atuação no mercado. Neste momento quem resolve pelo mestrado ou doutorado stricto senso, são os profissionais que desejam acompanhar carreira acadêmica ou reunir institutos de busca. Este é o caso de Natalia Tobar, de 25 anos, desenvolvida em biomedicina na Instituição Estadual Paulista (Unesp) e mestranda pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Na área em que serviço, os melhores salários estão nas universidades e os títulos de mestre e doutor abrem as melhores portas por este ambiente”, alega.


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Para desenvolver-se profissionalmente, ela agora programa o doutorado. Sair do país em pesquisa de valorização foi o que motivou Bruna Gomes, de 24 anos, a buscar uma especialização pela França. Formada em artes plásticas pela Unicamp, ela encontrou no Brasil um mercado escasso. Na Instituição Sorbonne, está em seu segundo mestrado profissional. “Penso em voltar ao Brasil dentro de alguns anos.